quarta-feira, 9 de março de 2016

fascistas

beijam a culpa nos outros
reúnem-se todos os dias no ódio
aplaudem inimigos no pódio

cospem covardias ferozes
da história nunca leram os livros
na mentira descobriram-se vivos

gritam sempre que não é consigo
enchem de árido o pulmão pelego
ascendem velas de santo para o medo

traem o chão que de sola pisam
na consciência que não tem classe
cara de rosto que perdeu a face


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